Por Jacqueline Pacheco
(Poesia escrita à 30 de Junho de 2008 e que fez-se verdade em 2011)
Mal posso acreditarDepois de cada minuto de minha vida à espera
Depois de tanto tempo
O destino me traz você.
Você que veio como a brisa de uma manhã de verão
Trazendo paz e tranquilidade
Você que bagunçou meus sentimentos
Que mudou a rotina do meu corpo,
dos meus pensamentos, dos meus atos.
Que transformou meus planos...
Mal posso acreditar
Que alguém assim possa me ter amor
Cada gesto, cada palavra
São como dádiva dos céus
Mal posso acreditar
Em como pude viver sem você
Como pude achar saber o que era a felicidade
antes de você chegar?
Você me ensinou a amar
E o que é a paz, a alegria...
Me ensinou tudo.
Mal posso acreditar
Que o que necessito para ser feliz
vive em você.
Que teu sorriso, tua voz, teu corpo e teu amor
São capazes de me manter assim
Viva
Mal posso acreditar
Que não conhecia o céu
Até olhar dentro dos teus olhos
Que, desvendando os segredos do teu corpo,
Eu estaria desvendando os mistérios do universo
Que as estrelas e anjos
Contemplam nosso amor
E que os querubins e serafins
Compõem canções para nós dois
Mal posso acreditar
Que um dia pude me achar segura em outros braços
Pois ao te conhecer descobri
Que o teu corpo é a única fortaleza capaz de me abrigar
Mal posso acreditar
Que exista um amor assim
Que chega sorrateiro, sem avisar
E nos torna mais fortes, completos
Agora entendo, amor
Que nós somos um só
Agora entendo, amor
Porém mal posso acreditar
0 Comentários:
Postar um comentário